Toxinas da Carne

TOXINAS DA CARNE

Venenos resultantes do metabolismo animal e que ficaram paralisados com sua morte (dejetos vitais, matérias extrativas, purinas, adenina, creatinina e xantina, que se transformam em ácido úrico) e toxinas resultantes da decomposição cadavérica, microbiana (ptomaínas, leucomaínas).

A carne é um cadáver em princípio de decomposição. No animal recentemente morto é dura. A decomposição cadavérica, acompanhada da produção de várias toxinas e multiplicação de micróbios, não esquecendo o acréscimo de produtos químicos e conservantes é que a torna macia. Fonte de ácido úrico, oxalatos e outras matérias extrativas que prejudicam o fígado, aumentando o trabalho renal, tendo como  conseqüência a desassimilação e a fermentação intestinal.

A fístula de Eck é um artifício operatório (cuja realização desaprovamos), pelo qual se faz com que, no animal, o sangue intestinal caia diretamente na corrente circulatória ao invés de atravessar primeiramente o fígado. Um cão assim tratado, alimentado de carne, cai em convulsões crônicas e tetânicas e entra em coma, podendo mesmo morrer. Alimentado com pão, leite e sopa de legumes, sobrevive. Observamos então que o fígado protege o organismo contra a intoxicação da carne, mas isto não deixa de representar uma sobrecarga de trabalho. Fato semelhante acontece com os rins.

Theoari mostrou que cães com lesões renais submetidos a regime vegetariano, ficam curados ou conservam apenas lesões de esclerose, mas morrem rapidamente, com forte albuminúria, se são alimentados com carne.

ACIDIFICAÇÃO

A carne produz ácidos fosfórico, sulfúrico e úrico, causadores de acidificação e  irritações esclerosantes. As proteínas em excesso são acidificantes e mucogênicas.

DESMINERALIZAÇÃO 

Os ácidos produzidos pela carne produzem desmineralização ao serem neutralizados no organismo.

EXCITAÇÃO

A carne é um excitante muito forte, equiparável ao álcool, devido as substâncias tóxicas e extrativas dela provenientes. A sensação de vigor é esgotante, o que faz reclamar mais excitantes (álcool, açúcar, mais carne etc.).

Existe uma sensação de vigor, devido à excitação que cria um apetite enganador porque faz repelir os alimentos suaves. Daí a depressão inicial naqueles que abandonam o uso da carne. Devido ao seu poder excitante, que faz gastar as reservas vitais, e ao seu poder tóxico, a carne é um dos fatores da abreviação da vida.

PUTREFAÇÃO INTESTINAL

Mesmo cozida, a carne traz toxinas microbianas em grande quantidade. Além disso, pela sua própria composição, a carne favorece a pululação microbiana nos intestinos e aumenta a flora putrefativa, em lugar da flora ácida normal. A média de germens de 65.000 por mm3 de fezes, no carnívoro, baixa para 2.000 por mm3 no vegetariano. Esses germes produzem putrefação, extinguem os germens saprófitas benfeitores, daí a freqüência de apendicite, colite, enterite, entre os carnívoros.

Fonte

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