Saúde

SAÚDE

Todos os anos, registram-se milhões de casos de envenenamento alimentar, provocada pelo consumo de carne. Os corpos dos animais sofrem mudanças biológicas em situações de perigo. No animal aterrorizado, antes e durante a agonia da morte, são descarregadas substâncias tóxicas que permanecem na carne, no cadáver do animal assassinado.

Pesquisas conduzidas entre grupos de vegetarianos, mostram que a incidência de câncer é surpreendentemente baixa comparando-os com pessoas que comem carne. A expectativa de vida nos vegetarianos também é maior. A incidência de câncer de intestino é maior em países onde o consumo de carne é grande, e é raro em países vegetarianos, como na Índia.

Assim que um animal é morto (ao contrário dos vegetais, que decompõe-se lentamente) são formadas certas substâncias que vão levar a carne a um processo de apodrecimento. Pelo tempo que leva um animal no processo de ser abatido, refrigerado, transportado, comprado, guardado e preparado, pode-se imaginar o estado de decomposição da carne. A digestão total leva 5 dias,em média, diferente dos vegetais, que são digeridos em 1 dia e meio.

Outro perigo da alimentação com carne é a presença de doenças nos animais não detectadas ou ignoradas pelos produtores. Se um animal tem algum tipo de tumor, esta parte é extraída e o resto do corpo é colocado no mercado. Muitas vezes os próprios tumores são incorporados à preparação de salsichas e passam a ser chamados de “partes”.(Isso não costuma ser divulgado)

Evitar a carne é um dos melhores métodos de reduzir a gordura e emagrecer. Os animais criados nas fazendas engordam à força para aumentar os lucros. Somente 2% dos vegetarianos sofrem de obesidade. Comendo carne você aumenta suas chances de ter arteriosclerose, ataque cardíaco e câncer. Como o nosso sistema digestivo não foi projetado para uma dieta a base de carne, a digestão gera uma grande sobrecarga no coração, que precisa trabalhar mais para bombear o sangue, causando hipertensão, enfartos e derrames.

Se você se alimenta de carne, está ingerindo os hormônios dados aos animais. Alguns fazendeiros ministram antibióticos para evitar infecções, e ao se alimentar de carne, você ingere todos esses medicamentos. Os rins dos comedores de carne tem que trabalhar mais para eliminar os venenos, toxinas encontradas na carne. À medida que os rins envelhecem, ficam incapacitados de realizar suas funções, surgindo assim as doenças renais.

A carne inclui o rabo, cabeça, patas, reto e espinha do animal. Uma salsicha pode conter intestinos moídos. Quem garante que os intestinos estejam sem fezes e limpos ao serem moídos? Você tem coragem de comer o conteúdo dos intestinos de um porco? Saiba que na carne de 98% dos frangos e galinhas são encontrados contaminação fecal.

Os vegetarianos estão mais em forma física do que consumidores de carne. Muitos dos maiores atletas campeões do mundo são vegetarianos.

Quando compramos uma bandeja de carne no supermercado ou pedimos um inocente hambúrguer, pouca gente se dá conta de que ali está um pedaço de um animal. E que aquela refeição tem cada vez mais impacto no meio ambiente. Foi-se o tempo em que a maioria da carne vinha de fazendas onde os animais eram criados soltos e podiam, bem ou mal, viver como sua espécie deveria viver.

O que comemos hoje na maior parte é fruto de uma criação em escala industrial, na qual os animais são geneticamente preparados, têm a mobilidade restrita em confinamentos superlotados e estressantes e recebem uma dieta carregada de aditivos. A produção, o tratamento e o abate muitas vezes são feitos de maneira cruel e dolorosa. Informações que passam bem longe de cardápios e rótulos. “A carne é uma indústria de US$ 140 bilhões anuais, que ocupa perto de um terço de todo o território do planeta, molda os ecossistemas do oceano e pode determinar o futuro do clima da Terra”, diz Jonathan Safran Foer no livro Comer animais (ed. Rocco), em que relata como funciona a produção da carne em escala industrial. Como muitos que decidiram explorar o assunto, virou vegetariano convicto. A seguir, reunimos dados que mostram o que está por trás dos pedaços de animais oferecidos em restaurantes e supermercados. Não consegue, nem quer, viver sem carne? Tudo bem. Mas é bom que saiba o que isso significa. Para você e para o resto do planeta.

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