Leite/ Ovos – Fora do Cardápio!

http://www.saudeintegral.com/artigos/nao-beba-leite.html

Médico mostrando tudo sobre o leite e o porquê não devemos beber.

http://www.gastroonline.com.br/asp/nutricao_texto.asp?idtexto=6171

Verdades sobre o leite de vaca.

 

ALIMENTOS COM CÁLCIO:

http://alimentosaudeinfantil.wordpress.com/2010/10/12/nem-so-de-leite-de-vaca-vive-o-calcio/

OVOS

orque recusar os ovos?

A ética

Se o comer galinhas e frangos claramente consiste no fato de assassinar animais, comer ovos não é condenável em si. Que ele seja fecundado ou não, o ovo evidentemente não sente nada.

Por outro lado, o ovo é um produto oriundo da exploração de um animal, ou seja, de uma galinha que, assim como nós, animais humanos, é sensível á dor. Nós não temos então o direito, assim como em relação a uma pessoa humana, de dispor de seu corpo –um corpo que sente sofrimento e prazer- nós não temos, moralmente, o direito de matar este ser. Suas condições de existência e sua vida possuem uma importância capital para si.

As condições

Apresentaremos brevemente, em ordem de intensidade de crueldade, os 3 tipos de exploração animal de onde se originam os ovos que estão á venda no comércio. Em primeiro lugar, no que podemos classificar como sendo o sumo da barbárie, se encontram os aviários em ‘batterie’ (criação intensiva): 0,045 m2 de espaço vital para cada galinha. Este tipo de criadouros representa por sí só cerca de 93% da produção total de ovos. O resto da produção “ ao ar livre” outorga 2,5 m2 para cada galinha. Em ínfima proporção encontramos os criadouros ‘libre parcours’ (percurso livre): 10m2 por galinha.

Os Aviários de criação intensiva

Estas produções intensivas são verdadeiras usinas de sofrimento e de morte. As galinhas vivem amontoadas em gaiolas de ferro inclinadas para facilitar que os ovos escorreguem para o exterior.

O espaço que as galinhas possuem durante toda sua vida não ultrapassam 450 cm2 (ou seja, o equivalente de uma folha A4). Dezenas de milhares de galinhas vivem assim em galpões iluminados artificialmente dia e noite, elas nunca verão o sol, nem conhecerão o repouso de uma noite escura e calma.

A superpopulação, a barulheira e a luz perpétua levam estes animais a se atacarem entre si, a se auto-mutilarem, levando-os até ao canibalismo.

Para limitar as vítimas, os produtores atrofiam bicos e unhas com ferro quente, sendo que esta prática mata muitas galinhas antes de estas atingirem a idade adulta, após longas agonias.

Todos os machucados e a sujeira ambiente (as gaiolas são limpas apenas uma vez a cada dois anos) provocam infecções e doenças, o que obriga os produtores a colocarem substâncias químicas na ração animal.

Os mais modernos aviários reciclam os excrementos das galinhas a fim de misturá-los aos alimentos novos. A única atividade das galinhas é comer…

Cada dia, centenas de cadáveres são retirados destes pútridos galpões onde os produtores entram somente com roupas especiais e inteiramente mascarados. Em tais condições, as galinhas não conseguem manter um alto rítimo de produção durante muitos meses.

Quando se tornam menos rentáveis, elas sáo abatidas na idade de 18 meses (notemos que seu potencial de vida é de 10 anos) sem ter podido uma só vez ter visto o céu ou caminhar pelo solo do planeta.

A criação ao ar livre

Contrariamente ao que poderíamos pensar, este tipo de criação não é mais alegre… qualquer que seja o tipo de criação, nada muda quanto ao destino do animal. Nas criações ditas “bio” (biológicas) é a saúde do ser humano que é levada em conta.

O acesso entre o galpão e o exterior é permitido ás galinhas durante 3 horas por dia; elas têm a possibilidade de andar um pouco em um estreito corredor gradeado. Neste tipo de aviário elas também não verão nem um pedaçinho de grama ou de vegetação.

Os produtores, por lhes ‘permitirem’ andar um pouco têm o direito de chamarem estes animais de ‘galinhas felizes” e podem usar nas embalagens desses ovos uma foto, por exemplo, de uma bela galinha ciscando sozinha em um imenso campo verde!

A criação em livre percurso

Este tipo de criação é o menos “cruel” e benefico do que o “sistema extensivo de criação”; ao contrário dos sistemas precedentes, que são denominados como sistemas de criação intensiva. Esta dualidade de sistemas existe também quanto á criação de vacas leiteiras e de bezerros para carne.

A regulamentação européia obriga normalmente o acesso contínuo a um terreno vasto, recoberto , pelo menos em parte, por uma vegetação. O único problema (!) é que todo tipo de criação animal os utiliza como vulgares mercadorias, como simples objetos. E, assim como nos criadouros intensivos ou ao ar livre, é obrigatório que se eliminem os animais pouco ou não produtivos.

Os ovos fecundados são separados dos outros e, desde a eclosão, os pintinhos machos são automáticamente exterminados.

Em cada dois animaizinhos, um sofre ‘genocídio’.

Eles serão coletivamente eletrocutados, mortos em câmaras de gaz, sufocados em sacos ou esmagados por um rôlo compressor.

obs Flávia: Qualquer semelhança com campos de concentração, NÃO é mera coincidência 

A conclusão

Eis porque nós recusamos consumir ovos. Ainda devemos ressaltar que nenhum alimento de origem animal é indispensável á nossa nutrição.

Bem ao contrário, diversas doenças são causadas por este consumo. Pelas mesmas razões nós recusamos a carne, o couro, o leite das vacas e todas as formas de exploração animal. Nós levamos em consideração os interesses dos animais em função do que eles são: indivíduos sensíveis (dor).

Percebemos rápidamente que nossa alimentação, assim como outras práticas ultrapassam nossos interesses pessoais. Por essa razão, nossa responsabilidade face ao massacre e ao sofrimento animal é total.

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